Este teste investiga em que medida você pode, consciente ou inconscientemente, assumir créditos que deveriam ser compartilhados ou atribuídos ao outro.
Isso pode acontecer quando alguém:
Fala de um projeto conjunto como se fosse só seu,
Esquece sistematicamente de mencionar a contribuição do(a) parceiro(a),
Usa as conquistas do outro para compor sua imagem pública, sem reconhecê-lo(a).
Esses comportamentos são frequentemente minimizados como “detalhes”, mas comunicam muito sobre poder, reconhecimento e lugar que o outro ocupa na sua narrativa.
Responda às 12 afirmações abaixo pensando em como você costuma falar de projetos, ideias e conquistas em que seu(sua) parceiro(a) esteve envolvido(a). Use a mesma escala: • Sempre (7) • Frequentemente (6) • Muitas vezes (5) • Às vezes (4) • Raramente (3) • Muito raramente (2) • Nunca (1) Aqui, como nos testes anteriores de “comportamento próprio”, pontuações mais altas indicam menor tendência a esse tipo de apropriação.
1) Quando conto uma história que envolveu iniciativa do(a) meu(minha) parceiro(a), procuro mencionar a contribuição dele(a).
2) Evito falar como se eu tivesse feito sozinho(a) algo que, na verdade, foi construído a dois.
3) Penso se, ao relatar uma situação, não estou apagando a participação do outro para parecer mais competente ou admirável.
4) Já reconheci, ao menos em pensamento, que, em alguma ocasião, falei pouco da contribuição do(a) parceiro(a) ao narrar uma conquista conjunta.
5) Esforço-me para celebrar as realizações do outro, e não apenas usá-las para engrandecer minha imagem.
6) Pergunto-me se, em contextos sociais ou profissionais, não estou capitalizando em excesso o trabalho do(a) parceiro(a).
7) Quando alguém elogia algo que fizemos em dupla, costumo destacar o papel que o outro teve naquela realização.
8) Evito “corrigir” a narrativa de forma a parecer que eu fui mais importante do que realmente fui.
9) Considero seriamente como o(a) parceiro(a) pode se sentir ao me ouvir contar “a nossa história”.
10) Já conversei com o(a) meu(minha) parceiro(a) sobre como ele(a) gosta de ser reconhecido(a) publicamente.
11) Busco praticar humildade e justiça ao falar de projetos, ideias e conquistas que não são apenas minhas.
12) De modo geral, sinto que não costumo apagar o protagonismo do outro quando relato nossas conquistas.